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Vinho Verde: Os melhores de 2018 estão de olhos postos no futuro

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Há um mundo de apreciadores à espera de um vinho como o verde”, as palavras são do presidente do júri internacional na Gala anual do Concurso “Os Melhores Verdes” promovida pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), revelam o potencial de uma região que não tem parado de crescer.

De 2018 destacam-se particularmente doze referências: Quinta dos Encados Grande Escolha 2018 (Vinho Verde Branco); Desfiado Reserva 2018 (Vinho Verde Rosado), Quinta da Samoça Vinhão 2018 (Vinho Verde Tinto), Dom Ponciano Colheita Seleccionada Alvarinho 2013 (Colheita <2016), Encosta dos Castelos Alvarinho 2018 (Vinho Verde Alvarinho), Ardina Colheita Seleccionada Arinto 2018 (Vinho Verde Arinto), Quinta de Linhares Avesso 2018 (Vinho Verde Avesso), Vale do Homem Loureiro 2018 (Vinho Verde Loureiro), Opção Azal 2018 (Vinho Verde de Casta), Alvarinha (Aguardente de Vinhos Verde), Muralhas de Monção Branco Reserva Bruto Alvarinho 2015 (Espumante de Vinho Verde) e Quinta de Gomariz Colheita Seleccionada Alvarinho 2018 (Vinho Regional Minho) que conquistaram a distinção Ouro, entre 291 amostras a concurso, agrupadas em grandes categorias: Vinhos Verdes Brancos, Rosados, Tintos, de Casta, Colheita Igual ou Inferior a 2016, Espumantes de Vinho Verde, Aguardentes de Vinho Verde e Vinho Regional Minho.

Este são os melhores em cada categoria num ano em que se sublinha o potencial de longevidade dos vinhos Verdes que, até há pouco tempo, “exigiam” ser consumidos a curto prazo.

Produzido naquela que é a maior região demarcada do país e uma das maiores da Europa, em termos geográficos, com uma extensão que se prolonga de Oliveira de Azeméis até ao alto Minho e à fronteira com Espanha, este é um néctar pleno de especificidades, castas e maneiras tradicionais de fazer que tem assistido a mudanças profundas nos últimos anos.

A região vive em paz consigo própria mas também com a inquietude própria perante a mudança” que se exige e “para a qual a região está pronta”, assegura Manuel Pinheiro presidente da comissão da viticultura da região de vinhos verdes.



There is a world of wine waiting for Vinho Verde
A cerimónia, que decorreu na Sala do Arquivo na Alfândega do Porto na quinta-feira, 18 de abril, destacou ainda os Best of Vinho Verde 2019, elegendo os vinhos Valados de Melgaço Reserva Alvarinho 2017; Encosta dos Castelos Alvarinho 2018; Dom Ponciano Colheita Seleccionada Alvarinho 2013; Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2017 e Portal do Fidalgo Alvarinho 2018. A escolha foi feita por um painel de críticos e provadores de sete países, selecionados nos principais mercados de exportação do Vinho Verde, num júri composto por Jo Wessels (Alemanha), Ricardo Castilho (Brasil), Karyne Duplessis Piché (Canadá), Søren Frank (Dinamarca), MW Roger Bohmrich (Estados Unidos), Yoshiko Takahashi (Japão) e Evguény Shamov (Rússia). Fica em evidência nesta seleção de cinco vinhos, destinados à promoção nos mercados externos, a casta Alvarinho da sub-Região de Monção e Melgaço.

Na Cerimónia foram também anunciados os prémios “A melhor Vinha 2019”, atribuindo três prémios Ouro à Quinta da Calça (Esposende), à Quinta de Ornellas (Amares) e ao Solar das Bouças (Amares) entre 15 vinhas inscritas. O prémio de “Melhor Viticultor do ano” foi entregue a João Tomás (Quinta da Calça) e a Quinta de Santiago foi reconhecida com o prémio “Vinha e Ambiente”.

Conheça todos os premiados da Edição de 2019 nas categorias Ouro e Prata, atribuídos ao primeiro e segundo classificados em cada categoria, num total de 26 vinhos escolhidos em prova cega por um painel de provadores nacionais, e os prémios Honra aos restantes concorrentes com pontuação igual ou superior a 80 pontos no site da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.

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