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Está aberta a época: Em take-away, já há caracóis e caracoletas em doses generosas

Conceito único – não vende mais nada e só serve em take-away –, a corrida aos petiscos da Casa dos Caracóis já começou!

Surpresa! Por muitas e variadas razões, a nova época de caracóis já está aberta contrariando a sabedoria popular, que aconselha o consumo apenas nos meses sem "r". Discretos, por estes dias, em algumas esplanadas, a verdade é que em Lisboa existe uma casa que tem um conceito único: só funciona em take-away. E nada tem a ver com a pandemia e os confinamentos, porque já é assim desde 2014, altura em que abriu portas. Além disso, a Casa dos Caracóis não vende absolutamente mais nada. Os caracóis e caracoletas são reis e senhores.

A lista é curta e prática. Os caracóis são vendidos em caixas, a pequena (€7), a média (€11) e a grande (€17) e em baldes, para grupos mais numerosos, a partir de cinco pessoas (dependendo do apetite). Existe o balde pequeno (€26) e o balde grande (€38). Quem preferir cozinhá-los ao seu próprio jeito pode comprá-los ainda vivos, ao quilograma.
As caracoletas também marcam presença. Para quem gosta delas assadas, a dose (€11) leva cerca de 35 unidades.

Nuno Caetano, o proprietário e criador do conceito, explica que “para os apreciadores também podemos misturar a caracoleta riscada, que é cozida, juntamente com as assadas”.

As novidades da Casa dos Caracóis não se ficam por aqui. Além das sete lojas existentes, todas a funcionar em regime de take-away e dois restaurantes, onde se pode sentar e comer, todos na margem sul do Tejo, já há mais três projetos em curso: outra loja no Forte da Casa, prevista para abrir já este ano, uma mega loja, o armazém no Algarve, com 2500m2, e um armazém central na margem sul. O restaurante do Montijo passa entretanto a funcionar também só em take-away.


Só na Casa dos Caracóis de Campolide (Rua Campolide, 370, B/C, Lisboa. Tel. 217271744), são vendidos mais de 100 mil quilos de caracóis por época, que por norma, aqui, funciona entre abril e o início de setembro. Ao domingo costumam passar pelo local entre duas a três mil pessoas.

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