Boa Mesa

Taberna Ò Balcão: no restaurante ou em casa sirva-se dos melhores sabores do Ribatejo

Taberna Ò Balcão
ERNESTO FONSECA

A partir desta terça-feira, dia 19 de maio e apenas à noite, a criatividade de Rodrigo Castelo está disponível no restaurante, adaptado às novas regras. Mas, pode também encomendar e levar para casa o almoço ou o jantar

É o grande embaixador gastronómico do Ribatejo e colocou a cidade de Santarém no mapa de quem aprecia boa comida, bons produtos e a criatividade de um chef que a cada carta é capaz de surpreender. Depois do encerramento obrigatório, Rodrigo Castelo reabre a Taberna Ò Balcão, em Santarém, esta terça-feira, dia 19 de maio, mas apenas para jantares, com exceção de sábado, que vai ter dois turnos para o almoço. Para compensar, Rodrigo Castelo preparou duas novas ementas, uma para servir no restaurante e outra para o serviço de take-away, que funciona de segunda-feira a sábado, das 12h00 às 23h00.

O restaurante Taberna Ò Balcão foi Garfo de Prata para o guia Boa Cama Boa Mesa em 2020 e assume-se como uma das principais referências da região, em termos de gastronomia. Nesta nova vida pós Covid-19, reabre com dois turnos (19h00 e 21h00), e ao sábado, serve também ao almoço (12h00 e 14h00). Antes de ir, convém reservar!

Na mesa da Taberna Ò Balcão vai encontrar Manteiga de ervas e alho envelhecido, Creme de grão do Casal Vouga, Camarinhas estaladiças, Peixe rei, queijo e presunto, enquanto escolhe o almoço. A sugestão de Rodrigo Castelo é que “Fique Nas Nossas Mãos”, ou seja, faça o menu de degustação com nove momentos, selecionados pelo chefe (€65). Se preferir, a carta tem novidades para escolher.

Nas sopas, na nova carta da Taberna Ò Balcão há a de Peixe do rio com ovas de barbo (€4,5), Sopa da pedra (€4,5) e Creme de abóbora com requeijão (€4,50). Segue-se uma vasta seleção de charcutaria, com Queijo de cabra cura 10 semanas, Língua de vaca curada e fumada, Cecina de vaca (presunto de vaca), Alheira de aves, Morcela de arroz de cabidela e umas tábuas mistas ou de queijos. Para comer “Á Mão”, há Coscorão do rio até ao mar (€6), Croquete de rabo de toiro com mostarda (€2,50), Bola de curados e fumados (€2,50), Bucha de capado (€8) e Escabeche de coelho em massa de filhós (€8,50).

Para Picar”, na Taberna Ò Balcão, há Bimis grelhados em limão (€9,50), Maionese de alho francês com frutos secos (€9,50) e, entre outras propostas, Cação lima limão (€9,50), Bochecha de vitela 33 horas (€14) e Rins de coelho ao alhinho (9,50). O “Arroz Da Lezíria” serve para fazer Lombeta 24 horas com arroz cremoso de coentros e limão (€31) e Arroz De Lingueirão (€29), saindo “Do Nosso Forno” o Acém nacional de vaca velha maturada por 30 dias (€49), a Vazia de vaca velha maturada por 60 dias (€61) e o Lombo de malhado de Alcobaça maturado (€33). Podem acompanhar com batata frita, arroz, legumes assados ou salada Mista.

Nas “Sobremesas” há o Café das Velhas (€5,80), Arrepiado de Almoster com Pêra Bêbeda e Gelado de Figo (€5,80), Pão de Ló Rio Maior com Gelado de Queijo de Ovelha (€5,80), Nem Tudo É Limão (€5,80) e Mousse Chocolate Com Cheirinho (€5,80).

A ementa da Taberna Ò Balcão (Rua Pedro de Santarém, 73, Santarém. Tel. 243055883) para levar para casa anda à volta das propostas que são servidas à mesa do restaurante, com uma ou duas alterações, todas elas cheias dos melhores sabores do Ribatejo.

Na edição 2020 do guia Boa Cama Boa Mesa pode ler-se que “Em sete anos de portas abertas, Rodrigo Castelo chegou longe, mais longe do que alguma vez ousou pensar. Autodidata, foi forcado amador e profissional na área da indústria farmacêutica e em boa hora trocou os medicamentos pelas facas e os tachos, ganhando ele mais satisfação pessoal e a cidade de Santarém um restaurante de referência, que justifica a viagem, seja de onde for a partida. Até porque, se há coisa que Rodrigo não renega, são as suas origens muito menos os produtos locais, alguns deles recuperados a quem já tinha desistido de os fazer. Mais do que um chef, é um cozinheiro de mão-cheia, criativo e às vezes a roçar o genial, em especial quando apresenta propostas como os croquetes de rabo de toiro ou o inesquecível coscorão do rio até ao mar. Em propostas como o café das velhas ou na sobremesa nem tudo é limão, Rodrigo Castelo demonstra, mais do que de onde veio, o caminho que quer percorrer, e depois de um ou outro ajustamento fundamental o céu é o limite para este cozinheiro que tem a lezíria no coração”.

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