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Braga à mesa: 10 restaurantes a não perder

El Olivo - Meliá Braga Hotel & Spa

A partir da edição de 2018 do Guia Boa Cama Boa Mesa, traçamos-lhe um roteiro pelos melhores restaurantes do concelho de Braga. Desde antigas tabernas, simples, honestas e descomplicadas, até ambientes de luxo com longas ementas e confeções elaboradas, passando pelos clássicos do costume, todos partilham entre si o elogio à boa gastronomia minhota. Traga fome, que a viagem não sendo longa, promete ser farta.

Arcoense
A boa disposição e energia contagiante dos funcionários justificam a deslocação. Outro bom ingrediente do Arcoense é a extensão da ementa, recheada de saborosas propostas de “substância”, que dão conforto. Das cataplanas ao polvo no forno com arroz do mesmo. Há peixes grelhados, cozido à portuguesa e rojões à minhota. A carta de vinhos vem num livro de capa grossa, com aforismos, descrição das regiões demarcadas e das castas. Excelente! Preço médio: €30
Rua Engenheiro José Justino Amorim, 96, Braga. Tel. 253 278 952

Augusta
Em 2018 assinalam-se 20 anos da abertura do restaurante Augusta, um espaço obrigatório na rota minhota. A decoração é moderna e o serviço, cuidado e célere. Os saberes adquiridos com a experiência revelam-se no sabor apurado dos pratos, tudo na companhia da generosa garrafeira. De entre as especialidades da casa, o bacalhau à Augusta “é um ver se te avias”, garante quem aqui trabalha. Preço médio: €30
EN 103, Fojo. Tel. 253 676 437

Restaurante Ignácio
À mesa do Ignácio constam pratos como o Bacalhau à Ignácio, embora com “apontamentos contemporâneos”. Paula Peliteiro quer “intensificar” o sabor da gastronomia tradicional e “mostrar toda a sua cor”. Há, também, Papas de sarrabulho à moda... da avó da chefe Paula Peliteiro, feitas com farinha de milho (não com pão) e servidas como entrada. Nas sobremesas, destaque para a doçaria portuguesa, nomeadamente o Pão-de-ló, Toucinho-do-céu com doce de chila e amêndoa, Cornucópias de massa quebrada com doce de ovos e o Pudim Abade de Priscos (€5,50), emblema bracarense. Preço médio: €30
Campo das Hortas, 4, Braga. Tel. 911 739 926

Casa das Hortas
Os proprietários têm uma empresa de produção biológica e o restaurante foi uma forma de trazer para a mesa o que é produzido na horta, como grelos, quivis, amoras e framboesas. O destaque vai para a carne da Cachena da Peneda DOP. É uma das raças mais pequenas do mundo, habituada às terras altas, e a vitela da Casa das Hortas serve-se em posta ou costeleta. Além das demais especialidades, registo ainda para a tortilha e o presunto Pata Negra. Preço médio: €20
Campo das Hortas, 12, Braga. Tel. 253 685 225

Azeite & Alho
O Azeite & Alho saiu de Esposende e mudou-se para Braga, mas mantém-se intacto o espírito criativo do chefe Ivo Loureiro. Gosta de ir testando combinações e introduz produtos diferentes, numa abordagem refrescante. Procura sabores únicos e aumenta o interesse na refeição. O Camembert folhado com compota de figo e as empadinhas de caça abrem caminho aos improváveis nabos gratinados com badejo, aos hambúrgueres de caranguejo com ovo de codorniz e à paella com lombos de peixe e camarão tigre. Muito gulosos. Preço médio: €30
Rua Costa Gomes, 353, Braga. Tel. 253 987 048

Cozinha Da Sé
É já um clássico em Braga e não há forma de ignorar o reinado do bacalhau na ementa do Cozinha da Sé. Além de ser uma delícia, inscreve-se na tradição da idade, que leva o “fiel amigo” ao trono das proteínas. E, como estamos perto da Sé, há que continuar religiosamente a saciar o apetite... com a costeleta de vitela ou do lombelo de porco grelhado com puré de maçã e castanhas. Considere o pudim Abade de Priscos. Preço médio: €20
Rua Dom Frei Caetano Brandão, 95, Braga. Tel. 253 277 343

Cruz Sobral
É cada vez mais invulgar ter o prazer de fazer uma refeição num restaurante tão antigo (92 anos). Mesmo com a casa cheia, no Cruz Sobral arranja-se sempre forma de sentar quem chega, mais minuto menos minuto. Ao profissionalismo junta-se o ambiente rústico, em pedra, o ”trabalho à antiga” e alguns clientes de quinta geração. Não pense muito, tem sempre vitela, cabrito, rojões e bacalhau de grande categoria. Fora o pudim Abade de Priscos, claro. Preço médio: €20
Campo das Hortas, 7-8, Braga. Tel. 253 616 648

El Olivo
Com a chegada do chefe José Vinagre, este restaurante reforçou a sua base tradicional. Pratos como as favas com chouriço, que já inspiraram a literatura, o bacalhau à moda de Braga ou o pudim Abade de Priscos não deixam dúvidas: o El Olivo olha para a gastronomia regional e nacional como um ponto de partida frutuoso. Sempre, porém, com elevada exigência na apresentação. Preço médio: €40
Avenida General Carrilho da Silva Pinto, 8, Braga. Tel. 253 144 000

Restaurante Panorâmico
De linha moderna, a sala de refeições faz justiça ao nome do restaurante: oferece vista panorâmica para a cidade. As escolhas recaem no salpicão de alheira em cama de grelos e ovo escalfado e no carpaccio de bacalhau com pasta de azeitona e salada de grão. Braga não é cidade de pescadores, mas pode pedir uma caçarola de frutos do mar com peixe da costa. Além das propostas regionais, a nova carta do Restaurante Panorâmico tem influência internacional, como se vê no vol-au-vent de perdiz com frutos de outono. Para o final, o pudim Abade de Priscos, com citrinos de Amares. Preço médio: €30

Hotel do Elevador, Bom Jesus do Monte, Braga. Tel. 253 603 400

Félix Taberna
Na zona histórica da Sé de Braga, esta taberna tradicional com contornos de restaurante é local perfeito para provar alguns dos pratos típicos da gastronomia do Norte de Portugal, como o bacalhau com broa ou o arroz de pato. Para quem quer petiscar, há, até horas tardias, uma salada do dia, tábua de queijos variados, queijo de cabra com endívias e bolo de chocolate caseiro. Caso prefira algo mais clássico, na Félix Taberna há sempre umas pataniscas de bacalhau. Boa garrafeira com várias referências a copo. Preço médio: €20.

Largo da Praça Velha, 18, Braga. Tel. 253 617 701

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